Leitura Bíblica: Josué 1.1-9
Estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos (Mateus 28.20b)
Depois da morte de Moisés, Deus escolheu Josué para ser o novo líder de seu povo. Quanta responsabilidade! Imaginem o que passou pela cabeça de Josué quando Deus revelou que ele agora passaria a conduzir o povo de Israel. Aos olhos humanos até pode parecer uma missão possível. Não só pelo fato de Josué ter de liderar um povo difícil como o de Israel, mas também por ser o sucessor de Moisés. Para Deus cada pessoa é única, mas nós sempre tendemos a comparar as pessoas entre si e, neste caso, Josué teria de mostrar serviço, pois Moisés fora um grande líder.
No entanto, o texto que lemos hoje mostra que Deus não tinha a intenção de impor a Josué um fardo maior do que poderia suportar. Ao mesmo tempo em que Josué foi encarregado de estar à frente do povo, Deus estaria à frente de Josué para lhe dar coragem e ânimo. Creio que é dessa maneira que Deus age em nossa vida. Tanto na nossa vida profissional como na pessoal recebemos responsabilidades e encargos que para nós até podem parecer impossíveis de realizar. Talvez a tarefa aparente ser maior do que nossa experiência, ou poderá haver aquelas comparações. Pressões sempre existirão. É por isso que convém lembrar o que Deus prometeu a Josué. Por mais difícil que seja a tarefa, Josué pôde contar com um Deus que prometeu sempre estar por perto para fortalecer e encorajar.
O próprio Jesus Cristo entregou aos seus seguidores uma grande responsabilidade - a de fazer discípulos pelo mundo (Mateus 28.19). Todavia, Jesus Cristo prometeu que nunca os deixari sozinhos, mas estaria com eles para sempre! Não importa quais sejam as responsabilidades e os encargos que você recebe em sua vida: Deus nunca o deixará sozinho, antes estará à frente, encorajando e mostrando que com ele tudo se pode enfrentar.
Deus só não estará conosco se fugirmos dele.
Fonte: Pão Diário vol. 14
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3 de maio de 2011
14 de março de 2011
Perseverança
Leitura Bíblica: Gênesis 11:27-32
Vocês sabem que a prova da fé produz perseverança. E a perseverança deve ter ação completa, a fim de que vocês sejam maduros e íntegros, sem faltar-lhes coisa alguma (Tiago 1:3-4)
Colocar planos em prática não é tarefa simples. O processo se inicia com uma idéia que deverá resolver seus problemas. Daí se desenvolve um projeto e um plano que precisará ser seguido para que tudo dê certo. Bem, nem todos conseguem fazer as coisas com tanta ordem, mas é como deveria ser.
Em seguida, vem a implementação do plano, isto é, a hora de colocar a mão na massa, de fazer o sonho acontecer. E é nesta fase que, diante de algumas barreiras, alguns desistem.
Pode ter sido assim com Terá. A Bíblia conta que ele teve três filhos, mas que um deles - Harã - morreu quando Terá ainda vivia. Depois disso, diz o escritor, Terá tomou sua família e saiu de Ur dos caldeus para ir a Canaâ. Porém, ao chegarem a Harã, ficaram por lá. Por que alguém sai para uma jornada e para no caminho? Seria coincidência que o nome do lugar onde pararam era o mesmo do filho morto? Ou será que Terá resolveu homenagear o filho que já não estava mais com ele dando seu nome ao local onde parou? Por que Terá teria preferido ignorar a vitalidade dos filhos e netos que ainda possuia para se prender ao passado, à memória de quem já não podia ajudá-lo a cumprir o plano?
Note que nesta história Deus não aparece. Ele surge logo em seguida ao mandar o outro filho de Terá, Abrão, seguir em frente. Ao que parece, Terá estagnou ali porque se prendeu ao passado e não se deixou dirigir por Deus ao futuro. Quais dos seus planos estão emperrados porque você não consegue se livrar de algum fracasso do passado? Onde está Deus no meio de tudo isso?
Olhe ao redor. Há vida. Procure alguém que conheça Deus e que possa ajudá-lo. Converse com Deus em oração e busque sua orientação na Bíblia. Existem possibilidades e o caminho ainda não terminou. Persevere.
Perseverar é deixar que Deus cure seu passado para cumprir os planos dele na sua vida.
Vocês sabem que a prova da fé produz perseverança. E a perseverança deve ter ação completa, a fim de que vocês sejam maduros e íntegros, sem faltar-lhes coisa alguma (Tiago 1:3-4)
Colocar planos em prática não é tarefa simples. O processo se inicia com uma idéia que deverá resolver seus problemas. Daí se desenvolve um projeto e um plano que precisará ser seguido para que tudo dê certo. Bem, nem todos conseguem fazer as coisas com tanta ordem, mas é como deveria ser.
Em seguida, vem a implementação do plano, isto é, a hora de colocar a mão na massa, de fazer o sonho acontecer. E é nesta fase que, diante de algumas barreiras, alguns desistem.
Pode ter sido assim com Terá. A Bíblia conta que ele teve três filhos, mas que um deles - Harã - morreu quando Terá ainda vivia. Depois disso, diz o escritor, Terá tomou sua família e saiu de Ur dos caldeus para ir a Canaâ. Porém, ao chegarem a Harã, ficaram por lá. Por que alguém sai para uma jornada e para no caminho? Seria coincidência que o nome do lugar onde pararam era o mesmo do filho morto? Ou será que Terá resolveu homenagear o filho que já não estava mais com ele dando seu nome ao local onde parou? Por que Terá teria preferido ignorar a vitalidade dos filhos e netos que ainda possuia para se prender ao passado, à memória de quem já não podia ajudá-lo a cumprir o plano?
Note que nesta história Deus não aparece. Ele surge logo em seguida ao mandar o outro filho de Terá, Abrão, seguir em frente. Ao que parece, Terá estagnou ali porque se prendeu ao passado e não se deixou dirigir por Deus ao futuro. Quais dos seus planos estão emperrados porque você não consegue se livrar de algum fracasso do passado? Onde está Deus no meio de tudo isso?
Olhe ao redor. Há vida. Procure alguém que conheça Deus e que possa ajudá-lo. Converse com Deus em oração e busque sua orientação na Bíblia. Existem possibilidades e o caminho ainda não terminou. Persevere.
Perseverar é deixar que Deus cure seu passado para cumprir os planos dele na sua vida.
Fonte: Pão Diário vol.14
4 de fevereiro de 2011
Deus é bom
Leitura Bíblica: Lucas 18.18-22
Não há ninguém que seja bom, a não ser somente Deus (Lucas 18.19).
Um clássico problema filosófico diz que ou Deus não é bom ou não é poderoso, pois permite a existência do mal - mas isso não passa de um raciocínio falso.
Quando o homem rico perguntou a Jesus sobre a vida eterna, começou chamando-o de "Bom Mestre". A resposta desconcertante do Senhor foi uma pergunta: "Por que você me chama de bom?". Ou: "Qual seu critério para dizer que sou bom? O seu próprio?"
É assim que funciono (e não estou só): fulano é bom porque faz o que eu acho bom, ou é mau porque não age conforme meu conceito de bom. Tomo a mim mesmo como padrão, um sintoma da velha doença adquirida no Éden, quando o ser humano usurpou a "ciência do bem e do mal", trocando a referência de bem ou mal dada pelo Criador para usar o eu acho.
"Bom" é um dos atributos divinos. Isto é, nas vãs tentativas de descrever o ser auto-existente que criou o infinito e toda a realidade conhecida e por conhecer, e é a essência de tudo e de todos, alguém disse que Deus é absoluto em todas as suas perfeições. É uma tentativa frágil de colocar em palavras aquilo que nem ao menos temos capacidade de compreender. Dizer "Deus é bom" é semelhante a dizer "o fogo é quente". Redundante: o fogo não é quente porque eu acho. Deus é bom. Ponto final. Esqueça o "bom por quê". Ele é absoluto, e as coisas ou pessoas que são boas apenas manifestam um pouquinho desse atributo divino.
Se ao sofrer não entendo o mal, nem por isso o Criador deixou de ser bom - eu é que ainda não entendi muita coisa. Isso me dá nova liberdade ao andar com ele, pois usufruo com gratidão o que considero bem, e pacientemente tolero o mal, sabendo que meu Pai é bom. Confio em sua bondade, haja o que houver. Desta forma, vivo com maior intensidade e liberdade, sem a falsa e ingênua expectativa de que Deus é uma espécie de papai noel que me premiará se fizer boas ações.
Ganhe a liberdade vivendo com o Deus que é bom sempre!
Fonte: Pão Diário vol.14
Não há ninguém que seja bom, a não ser somente Deus (Lucas 18.19).
Um clássico problema filosófico diz que ou Deus não é bom ou não é poderoso, pois permite a existência do mal - mas isso não passa de um raciocínio falso.
Quando o homem rico perguntou a Jesus sobre a vida eterna, começou chamando-o de "Bom Mestre". A resposta desconcertante do Senhor foi uma pergunta: "Por que você me chama de bom?". Ou: "Qual seu critério para dizer que sou bom? O seu próprio?"
É assim que funciono (e não estou só): fulano é bom porque faz o que eu acho bom, ou é mau porque não age conforme meu conceito de bom. Tomo a mim mesmo como padrão, um sintoma da velha doença adquirida no Éden, quando o ser humano usurpou a "ciência do bem e do mal", trocando a referência de bem ou mal dada pelo Criador para usar o eu acho.
"Bom" é um dos atributos divinos. Isto é, nas vãs tentativas de descrever o ser auto-existente que criou o infinito e toda a realidade conhecida e por conhecer, e é a essência de tudo e de todos, alguém disse que Deus é absoluto em todas as suas perfeições. É uma tentativa frágil de colocar em palavras aquilo que nem ao menos temos capacidade de compreender. Dizer "Deus é bom" é semelhante a dizer "o fogo é quente". Redundante: o fogo não é quente porque eu acho. Deus é bom. Ponto final. Esqueça o "bom por quê". Ele é absoluto, e as coisas ou pessoas que são boas apenas manifestam um pouquinho desse atributo divino.
Se ao sofrer não entendo o mal, nem por isso o Criador deixou de ser bom - eu é que ainda não entendi muita coisa. Isso me dá nova liberdade ao andar com ele, pois usufruo com gratidão o que considero bem, e pacientemente tolero o mal, sabendo que meu Pai é bom. Confio em sua bondade, haja o que houver. Desta forma, vivo com maior intensidade e liberdade, sem a falsa e ingênua expectativa de que Deus é uma espécie de papai noel que me premiará se fizer boas ações.
Ganhe a liberdade vivendo com o Deus que é bom sempre!
Fonte: Pão Diário vol.14
30 de janeiro de 2011
Pescadores de vidas
Leitura Bíblica: Mateus 4:18-20
Sigam-me, e eu os farei pescadores de homens (Mateus 4:19b).
Lemos hoje sobre o convite de Jesus a dois pescadores. Um deles era Pedro, às vezes lembrado por uma vez ter negado Jesus. Mas o importante é que, juntamente com os outros discípulos, ele foi um dos líderes que mudaram seu mundo com a pregação sobre o Filho de Deus. Ele e o irmão deixaram tudo e seguiram aquele que os convidava, com a certeza de que "pescar homens" seria melhor que pescar peixes.
Jesus não precisava de ajuda - ele poderia ter feito tudo sozinho: os milagres, o ensino, o sacrifício na cruz. Sendo Deus, ele é suficiente e todo-poderoso. Porém, escolheu alguns homens para que estivessem com ele e fossem treinados para continuar sua missão. Chamou pessoas simples, do povo, imperfeitos e incapacitados. Alguns, como Pedro e João, não tinham muita instrução, mas uma coisa sabiam muito bem: pescar. Sabiam que a pescaria envolve esforço e nem sempre dá resultado. Quando Jesus os convidou para que "pescassem" homens, eles aceitaram sem questionar que tipo de pesca era essa; também não julgaram que seu trabalho fosse mais importante. Há pouco lemos que eles o seguiram no mesmo instante.
Deus não precisa de nós, mas também hoje ele nos convida a participar da "pescaria de homens". É certo que para apresentar Jesus às pessoas necessitamos de esforço e dedicação - assim como o pescador joga a rede ou anzol e pode ficar horas e horas esperando até pegar algum peixe. Os "peixes" estão famintos de esperança e sentido para a vida, mas às vezes a pesca será um fracasso aos nossos olhos. Nosso esforço pode parecer vão. Porém, é preciso ter consciência de que o resultado da pesca não depende de nós, mas da atuação do Espírito Santo. Por isso, nosso sucesso está assegurado se estivermos dispostos a cooperar na obra de Deus jogando a rede.
Você quer mudar o mundo como aqueles discípulos? Então aceite o convite de Jesus e participe desta pescaria!
Jesus nos convida para transformar o que sabemos em algo muito melhor.
Fonte: Pão Diário vol.14
29 de janeiro de 2011
Nada de Ansiedade
Leitura Bíblica: Mateus 8:23-27
De fato, acalmei e tranquilizei a minha alma. Sou como uma criança recém-amamentada por sua mãe; a minha alma é como esta criança. (Salmo 131.2)
Não seja ansioso. O versículo em destaque mostra um homem com a alma descansada e tranqüila. Não que Davi, seu autor, não tivesse desafios e dores de cabeça como rei de Israel. Significa que mesmo diante de tantas responsabilidades aprendeu a sossegar. Ele compreendeu que alguns problemas problemas são resolvidos, outros não. E a vida continua apesar disso. Ele entendeu ser necessário sossegar a alma como criança recém-amamentada. Você já reparou na tranqüilidade de uma criança recém-amamentada? O mundo pode estar caindo à sua volta, mas ela não se preocupa, o estômago já está cheio, quer apenas repousar nos braços da mãe. É esta atitude que Deus quer para você quando mais nada pode ser feito. É o momento de confiar em Deus.
Mas vivemos em uma sociedade inquieta, tensa, nervosa, neurótica até. E tudo isso nos conduz à ansiedade. É uma pena, mas a ansiedade pode estar presente em quase todos os lugares: no trabalho, em casa, na igreja. Como não ser ansioso em um mundo que se interessa apenas por resultados, soluções e produção?
Contudo, one há trabalho, esforço e dedicação também pode haver paz. Na verdade, não é preciso abrir mão das responsabilidades, mas entender que acima de todas elas Jesus é o Príncipe da Paz. Sua paz é diferente daquela oferecida nas esquinas da vida: não provém de um mundo violentamente competitivo, vem da sabedoria divina, será sempre um porto seguro na tempestade (Jo 14.27). Entenda que a fé, a obediência à Palavra de Deus, a comunhão com o Espírito Santo e com irmãos geram um poderoso instrumento para enfrentar os desafios diários: a confiança. A vida com Deus é dinâmica porque nos prepara contra o desânimo, o desprezo e a falta de vontade de viver. Por isso, nada de ansiedade.
Viver ao lado de Deus significa viver de verdade!
Fonte: Pão Diário vol.14
De fato, acalmei e tranquilizei a minha alma. Sou como uma criança recém-amamentada por sua mãe; a minha alma é como esta criança. (Salmo 131.2)
Não seja ansioso. O versículo em destaque mostra um homem com a alma descansada e tranqüila. Não que Davi, seu autor, não tivesse desafios e dores de cabeça como rei de Israel. Significa que mesmo diante de tantas responsabilidades aprendeu a sossegar. Ele compreendeu que alguns problemas problemas são resolvidos, outros não. E a vida continua apesar disso. Ele entendeu ser necessário sossegar a alma como criança recém-amamentada. Você já reparou na tranqüilidade de uma criança recém-amamentada? O mundo pode estar caindo à sua volta, mas ela não se preocupa, o estômago já está cheio, quer apenas repousar nos braços da mãe. É esta atitude que Deus quer para você quando mais nada pode ser feito. É o momento de confiar em Deus.
Mas vivemos em uma sociedade inquieta, tensa, nervosa, neurótica até. E tudo isso nos conduz à ansiedade. É uma pena, mas a ansiedade pode estar presente em quase todos os lugares: no trabalho, em casa, na igreja. Como não ser ansioso em um mundo que se interessa apenas por resultados, soluções e produção?
Contudo, one há trabalho, esforço e dedicação também pode haver paz. Na verdade, não é preciso abrir mão das responsabilidades, mas entender que acima de todas elas Jesus é o Príncipe da Paz. Sua paz é diferente daquela oferecida nas esquinas da vida: não provém de um mundo violentamente competitivo, vem da sabedoria divina, será sempre um porto seguro na tempestade (Jo 14.27). Entenda que a fé, a obediência à Palavra de Deus, a comunhão com o Espírito Santo e com irmãos geram um poderoso instrumento para enfrentar os desafios diários: a confiança. A vida com Deus é dinâmica porque nos prepara contra o desânimo, o desprezo e a falta de vontade de viver. Por isso, nada de ansiedade.
Viver ao lado de Deus significa viver de verdade!
Fonte: Pão Diário vol.14
31 de dezembro de 2010
The End
Ensina-nos a contar os nossos dias para que o nosso coração alcance sabedoria (Sl 90.12)
Eu não falava inglês, nem sabia a pronúncia correta, mas lembro que, quando criança, tínhamos certeza de que um filme havia terminado porque ao final aparecia escrito "The End" - Fim! Após o fim de um filme no cinema, a gente levanta da poltrona e vai embora. Estamos no fim de mais um ano e devemos pensar - como foi este ano? Tal como num filme, houve cenas emocionantes, algumas hilárias, outras de drama, encontros e desencontros, surpresas e muitos personagens diferentes entrando e saindo de cena. Porém, diferente de um filme, tudo foi real, quer as alegrias ou as dores, elas existiram. No filme, o elenco é sabiamente orientado por um diretor para que o filme aconteça a contento. E na vida, quem dirige? Quem dirigiu o roteiro da sua vida neste ano que passou? Você agiu dentro do script ou achou melhor fazer seus próprios improvisos, desviando-se do roteiro proposto pelo Diretor? Filmes nos emocionam, nos fazem pensar, refletir e até mudar posturas. E o filme real que você protagonizou neste ano que termina? O que ele gerou em você? Quais são as suas reflexões acerca do que você viveu ao longo de 2010? Que posturas poderiam ter sido diferentes? Quais palavras, atitudes, decisões e sentimentos do coração não estiveram de acordo com as orientações sábias e seguras do Diretor?
Como eu dizia, quando o filme acaba, a gente levanta e vai embora. Todavia, quando o ano acaba, não há como simplesmente levantar e ir embora. Na verdade, assentamo-nos para vislumbrar o próximo. Quando um ano acaba, ele traz consigo um novo começo, uma nova fase, um novo capítulo de uma série que esperamos durar por muito tempo. Que ao realizar as últimas cenas deste filme real chamado 2010, você se volte para o Diretor e se lance totalmente à sua direção para o novo filme prestes a estrear: "2011, um novo começo". E que debaixo da direção de Deus, ele seja um absoluto sucesso! - WMJ
Quer desempenhar bem seu papel? Comece dando toda a atenção ao Diretor.
Fonte: Pão diário vol. 12
12 de agosto de 2010
Delicadeza

Leitura Bíblica: Colossenses 3.5-11
Ao servo do Senhor não convém brigar mas, sim, ser amável (2Tm 2.24a)
Marta caminhava apressada, depois do trabalho, para pegar o ônibus para casa, quando trombou com um estranho. Gentilmente pediu desculpas e continuou seu caminho. Afinal, ela é uma pessoa educada.
Já em casa, em frente ao fogão, preparando o jantar, deu um passo para trás e esbarrou no filho de 4 anos, que se aproximara da mãe silenciosamente, querendo lhe fazer uma surpresa. Ela assustou-se e deu uma bronca no filho, mandando-o brincar. Nem sequer se deu ao trabalho de saber por que estava ali. Ele foi embora com o coração partido.
Mais tarde, na cama, esperando o sono chegar, Marta ouviu a voz de Deus lhe falando no coração: Com um estranho, que nem a conhecia, você foi tão delicada e com seu filho, que você ama, foi tão rude e nem se importou em saber o que ele queria.
Não conseguindo pegar no sono e de consciência pesada, Marta levantou-se, disposta a acordar o filho e pedir-lhe perdão pelo ocorrido. Chegando ao seu quarto, viu num canto no chão um buquê de flores e logo se deu conta do que havia ocorrido antes na cozinha. Ajuntou as flores e por um momento fica olhando para elas enquanto se coloca no lugar do filho. Com delicadeza pega sua mão, beija-lhe a face e o chama pelo nome. Assim que ele acorda, Marta lhe pede perdão pela forma fria e rude com que o tratou na cozinha, reafirmando seu amor por ele.
O menino dá um abraço na mãe e diz que também a ama e que estava tudo bem. Diz que colheu as flores amarelas, porque eram a cor preferida da mãe.
Quantas vezes agimos como Marta! Tratamos bem os estranhos só para não passar vergonha, mas somos rudes com as pessoas em casa. Porque fazemos isso? Porque deixamos o velho homem se manifestar e ainda não nos revestimos do novo homem, ainda não abandonamos a velha maneira de viver, da qual Deus não se agrada. Você também age assim? Ser amável com os outros faz parte do fruto do Espírito.
A amabilidade torna saboroso o amor.
Fonte: Pão Diário vol. 13
20 de julho de 2010
Dia do amigo

Hoje é comemorado o dia do amigo. E queremos deixar uma mensagem a todos nossos amigos queridos que passam por aqui. Que a Paz do Senhor seja convosco, amados!
Leitura Bíblica: Romanos 12.9-21
Se alguém afirmar: “Eu amo a Deus”, mas odiar seu irmão, é mentiroso, pois quem não ama seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê (1 Jo 4.20).
Você conhece a Fábula do Porco-espinho? Ela diz o seguinte: “Durante a Era Glacial, muitos animais morriam por causa do frio. Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos. Assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor. Por isso, decidiram se afastar uns dos outros e voltaram a morrer congelados. Então precisavam fazer uma escolha: ou desapareceriam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros. Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos. Aprenderam, assim, a conviver com as pequenas feridas que a relação com uma pessoa muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro. Dessa forma, puderam sobreviver.”
Realmente, conviver com outras pessoas, às vezes, pode-nos causar problemas, mas a Bíblia diz que devemos fazer tudo o que for possível da nossa parte para viver em paz com todos. Podemos alcançar isso quando tratamos as pessoas com humildade, demonstrando amor sincero. Buscando praticar o que é bom, sendo hospitaleiro, sabendo dividir o que possuímos. Se alguém nos persegue, no lugar de praticar a vingança devemos orar por esta pessoa, pedindo a bênção de Deus sobre a vida dela. Precisamos ter uma vida de confiança em Deus sabendo que a ele pertence a vingança e o julgamento. Não devemos fazer a justiça com as nossas próprias mãos.
Por mais que seja difícil a convivência, seja em casa, no trabalho ou na igreja, não podemos viver isoladamente. Temos que aprender a conviver com os espinhos dos relacionamentos, sabendo que com amor podemos entender melhor as pessoas com quem convivemos. Vamos perceber que quando tratamos os outros com amor e humildade, somos também tratados de melhor forma até por pessoas que considerávamos impossíveis de conviver.
O mal só pode ser vencido com o bem.
Fonte: Pão Diário 13
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